Acabei de pagar a conta de electricidade pelo telefone.
Foi uma aventura deveras engraçada.
Peguei no telemóvel, com o extracto da conta e o cartão de multibanco à minha frente.
Quando liguei pensei que iria falar com alguém, mas como surgiu a hipótese de pagar por atendimento automático, achei melhor do que ficar à espera.
Mas fiquei um pouco intimidada com a gravação.
Avisou-me logo à partida o que iria necessitar para pagar e disse-me que só iria ter 10 segundos para dizer cada pedaço de informação.
10 segundos é pouco tempo. Eu acho que é.
É logo uma pressão enorme sobre o nosso ser.
Arragacei a manga da camisola para ver o relógio e cronometrar a situação.
Começou logo por me pedir o nome de quem estava no contrato, a morada e um telefone para qualquer eventualidade.
10 segundos para isso tudo?
Panico, especialmente porque nem sempre me lembro do meu número de telemóvel, tenho de pensar um pouco.
As minhas palavras corriam da minha língua, os olhos olhavam para o ponteiro dos segundos e o cérebro estava a dar indicação que vinha aí um riso bem forte.
Isto não ia correr bem.
Chegou a vez dos dados do cartão.
Pediram o número comprido que está na frente.
16 digitos, em 10 segundos.
Isso dá uma média de pouco mais de meio segundo para dizer cada digito.
Em vez de estar a pensar em dizer os números comecei a pensar nas estatísticas.
O resultado foi gargalhada total enquanto dizia os números.
No final, já a voz me saía distorcida para dizer o montante que queria pagar.
Espero bem que não me cobrem a mais.
No fundo eu sei que estas coisas foram feitas para facilitar, mas acho que isto não serve para todas as pessoas.
Por exemplo, se eu fosse gaga, 10 segundos não chegaria para nada.
Foi uma aventura deveras engraçada.
Peguei no telemóvel, com o extracto da conta e o cartão de multibanco à minha frente.
Quando liguei pensei que iria falar com alguém, mas como surgiu a hipótese de pagar por atendimento automático, achei melhor do que ficar à espera.
Mas fiquei um pouco intimidada com a gravação.
Avisou-me logo à partida o que iria necessitar para pagar e disse-me que só iria ter 10 segundos para dizer cada pedaço de informação.
10 segundos é pouco tempo. Eu acho que é.
É logo uma pressão enorme sobre o nosso ser.
Arragacei a manga da camisola para ver o relógio e cronometrar a situação.
Começou logo por me pedir o nome de quem estava no contrato, a morada e um telefone para qualquer eventualidade.
10 segundos para isso tudo?
Panico, especialmente porque nem sempre me lembro do meu número de telemóvel, tenho de pensar um pouco.
As minhas palavras corriam da minha língua, os olhos olhavam para o ponteiro dos segundos e o cérebro estava a dar indicação que vinha aí um riso bem forte.
Isto não ia correr bem.
Chegou a vez dos dados do cartão.
Pediram o número comprido que está na frente.
16 digitos, em 10 segundos.
Isso dá uma média de pouco mais de meio segundo para dizer cada digito.
Em vez de estar a pensar em dizer os números comecei a pensar nas estatísticas.
O resultado foi gargalhada total enquanto dizia os números.
No final, já a voz me saía distorcida para dizer o montante que queria pagar.
Espero bem que não me cobrem a mais.
No fundo eu sei que estas coisas foram feitas para facilitar, mas acho que isto não serve para todas as pessoas.
Por exemplo, se eu fosse gaga, 10 segundos não chegaria para nada.
2 comentários:
«As minhas palavras corriam da minha língua, os olhos olhavam para o ponteiro dos segundos e o cérebro estava a dar indicação que vinha aí um riso bem forte.»
OMG OMG LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL
Ai meu deus x'D. Isto deu tanto que rir x'D.
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